artigo de opinião → Itapê360° https://itape360.com.br Itapê360: A Notícia Completa de Itapetininga e Região Fique por dentro de tudo o que acontece em Itapetininga e região com notícias atualizadas, análises e coberturas completas. O Itapê360 traz informações sobre política, economia, cultura, esportes e muito mais, com o compromisso de oferecer uma visão ampla e acessível para todos. Fri, 20 Sep 2024 20:54:20 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://itape360.com.br/wp-content/uploads/2024/08/cropped-Inserir-um-titulo-410-x-164-px-Logotipo-32x32.png artigo de opinião → Itapê360° https://itape360.com.br 32 32 A pulsante Paulicéia – Parte 2 – Lulu + Paralamas https://itape360.com.br/a-pulsante-pauliceia-parte-2-lulu-paralamas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-pulsante-pauliceia-parte-2-lulu-paralamas https://itape360.com.br/a-pulsante-pauliceia-parte-2-lulu-paralamas/#respond Fri, 20 Sep 2024 20:54:20 +0000 https://itape360.com.br/?p=1614 Por: Fabio Campos  Na coluna anterior a esta escrevi sobre a 27ª Bienal Internacional do Livro no distrito do Anhembi em São Paulo, considerada uma das mais importantes do mundo, que como sempre é foi um sucesso. Nesta vou falar...

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Por: Fabio Campos 

Na coluna anterior a esta escrevi sobre a 27ª Bienal Internacional do Livro no distrito do Anhembi em São Paulo, considerada uma das mais importantes do mundo, que como sempre é foi um sucesso.

Nesta vou falar do excepcional “Festival Coala “que teve a sua 10 ª edição neste ano, também em Sampa, no belo espaço do Memorial da América na Barra Funda.

Aliás a Barra Fundo se transformou num polo cultural, bairro onde reúne além do Memorial, a casa de show UNIMED (antigo Espaço das Américas) e o Allianz Park do Palmeiras que além de ser o cenário de jogos da elite do futebol, é palco para grandes shows internacionais e nacionais, Vila Country (música sertaneja) o CNT (Centro Nacional Nordestino) entre outros.

Mas voltando ao “10º Coala Festival “que aconteceu nos dias 6, 7 e 8 de setembro.

Como já está em São Paulo e adoro passear e aproveitar a megalópole, depois da Bienal fui conferir os shows daquele dia, infelizmente perdi a apresentador espetacular João Bosco com seu violão e estilo único, não deu tempo. Se apresentaram também:  Sandra Sá, Heldon e Tássia Reis.

Mas cheguei a tempo de ver os Paralamas do Sucesso e Lulu Santos, que fizeram a cabeça e ouvidos da minha geração 80/90.

Ambos estão melhores do que nunca com muito vigor físico e musical, e olha que Lulu já tem 70 anos!

Os 2 shows foram impecáveis com direito aos hits que até hoje fazem muito sucesso e que são atemporais como: Óculos. Meu Erro, Alagados, Você, A Novidade dos …. “Paralamas do Sucesso”

E Lulu Santos com “Como Uma Onda” “Último Romântico “, “A Cura”, “Certo Alguém “…

É impressionante como os anos 80 e 90 foi um marco na nossa música e continua a todo vapor.

Enfim foi um sábado sensacional, daqueles que faz bem à alma a cabeça e mente.

Um sabadão de muitos LIVROS e muitas MÚSICAS, da melhor qualidade.

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Graffiti – A arte urbana que democratiza, traz cores e inspira artistas e espectadores! https://itape360.com.br/graffiti-a-arte-urbana-que-democratiza-traz-cores-e-inspira-artistas-e-espectadores/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=graffiti-a-arte-urbana-que-democratiza-traz-cores-e-inspira-artistas-e-espectadores https://itape360.com.br/graffiti-a-arte-urbana-que-democratiza-traz-cores-e-inspira-artistas-e-espectadores/#comments Thu, 19 Sep 2024 15:03:57 +0000 https://itape360.com.br/?p=1598 Por: Aldiéres Silva  Nessa edição venho apresentar um pouco do movimento artístico urbano Graffiti. O mesmo compõe a cultura HIP HOP. Trabalhos artísticos urbanos comum em cidades ao redor do mundo. Em Itapetininga encontramos muitos locais com essas artes estampadas...

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Por: Aldiéres Silva 

Nessa edição venho apresentar um pouco do movimento artístico urbano Graffiti. O mesmo compõe a cultura HIP HOP. Trabalhos artísticos urbanos comum em cidades ao redor do mundo. Em Itapetininga encontramos muitos locais com essas artes estampadas em edificações e até mesmo em vestimentas onde a proposta vem da street wear (Moda Urbana).

Essa arte é uma manifestação artística que ocorre em espaços públicos. Trás uma filosofia de resistência comparada as artes visuais clássicas, geralmente consumida e produzida na maioria das vezes por um público mais elitista e artistas mais eruditos.

Os grafiteiros expressam narrativas da cidade, questões diversas que atravessam a realidade social, propondo críticas e reflexões por meio das formas, cores e traços. Junto a outras expressões artísticas, o grafite traduz as vivências da rua por meio da arte.

Nesse espectro bati um papo com a artista urbana Amanda Monte, vulgo AMX. Ela é residente da comunidade do Astro no Parque Santo Antônio, região do Capão Redondo, extremo sul da cidade de São Paulo. Ela é uma artista que encontrou no grafite um meio de externar seus princípios e ideais.

Aldiéres Silva: Como o Graffiti te encantou?
Amx: Eu sempre achei o Graffiti uma arte muito interessante por ela estar na rua. Ela é acessível justamente por isso. Eu acho que gostei muito do Graffiti por essa acessibilidade. O fato dele estar na rua faz com que ela esteja ao alcance de todos. Todas as pessoas que transitam por lá independente de idade, orientação sexual, raça, enfim… Vai passar pelo trampo que você executou e vai ter uma idéia pessoal, assim como ocorre com qualquer tipo de arte, onde a interpretação é sempre individual. Essa pessoa não necessariamente precisa estar dentro de um museu, galeria ou um local específico ou consumindo algo específico para se ter contato com a arte. Eu acho o Graffiti muito massa por isso.

Aldiéres Silva: O que te levou a seguir esse caminho?
Amx: Eu sempre gostei de arte como um todo porém o Graffiti começou a me interessar muito quando eu comecei a comercializar meus trampos como quadros, desenhos e tal. Pinto até hoje mas com pouca frequência como no início na minha trajetória. Eu senti que desenhar em um papel ou em uma tela me limitava. Com isso eu não conseguia externar minhas habilidades como eu gostaria. Não é a idéia em si mas é realmente esse lance da estrutura, da superfície. Lembro que comecei a desenhar em cadernos pequenos. Desenhos pequenos mesmos. Depois expandi em folhas e telas maiores. Chegou um momento que refleti que não estava petecendo e com isso comecei a me interessar a fazer artes em muros e paredes. Com isso surgiu um interesse e encanto pelo Graffiti.

Aldiéres Silva: Quais são suas referências na área?
Amx: Minhas referências no graffiti são muitas. Cito muito o grafiteiro Image (instagram @image_erc). Um grafiteiro aqui do extremo sul de SP, do Capão Redondo. Eu gosto muito os traços dele em si, o trampo dele. Traços que remetem a estética dos primórdios do Graffiti de quando eu comecei a ter o interesse e iniciei as minhas pesquisas na cena, como os trampos feitos lá em Nova Iorque que eu acompanhava pela internet. Ele me remete esse lance bem raiz. Um estilo meio cartoon, acho muito legal. Ele como pessoa viveu o movimento hip hop, uma pessoa que esta disposto a compartilhar os saberes das ruas com quem tem o interesse em aprender. Acho isso muito legal nele e por isso eu o tenho como referência, aliás já mencionei a ele pessoalmente diversas vezes.

Aldiéres Silva: Como mulher empoderada, como é lidar em um ambiente predominantemente masculino?
Amx: Tenho pensado muito nisso. Eu li uma frase uma vez, que se não me engano era da Marylin Monrone: “A coisa mais legal de ser uma mulher em um mundo masculinizado é poder ser uma mulher”. Após muitas lutas e reflexões essa frase acaba fazendo muito sentido para mim! Eu vivo em ambientes muito masculinos. No graffiti, no meu trabalho no qual é a minha renda principal. (Não vivo exclusivamente do graffiti) No meu trabalho há uma presença masculina muito grande. Com isso vejo como é importante ser uma mulher nesses espaços, não se submeter e nem tentar ser algo mais próximo da masculinidade ou da lógica patriarcal para ter menos problema ou ser mais aceita! Eu acredito que seja muito importante você exercer sua “mulheridade” nesses ambientes. E dizer a que veio. Ser você nesses locais! Mesmo que isso cause estranhamento ou cause desconforto em si própria (por que causa!) infelizmente… Ser você enquanto mulher e confrontar as coisas que te atingem. Acho que só assim conseguiremos avançar nesses ambientes. Tornando as coisas desconfortáveis para quem precisa se sentir desconfortáveis.

Aldiéres Silva: Quais dicas e orientações que você tem a passar para quem pretende seguir nessa área?
Amx: Primeira coisa. Tenha Paciência! Isso é muito importante! Quando eu comecei a me interessar pelo Graffiti, pensava que os trabalhos precisavam ser feitos muito rápidos na parece. Dependendo do jeito como você fizer (principalmente quando pensamos no graffiti sem autorização) realmente ele precisa ser feito rápido. Para ele ser feito rápido de uma forma que você vá se sentir satisfeito (a) com o resultado, isso levará um tempo e a paciência está interligada nisso. Isso é entender que esse tempo que você levará para adquirir aquele nível e gostar. Enfim você ter paciência com o seu processo e isso leva-se um tempo para você pensar como manusear a lata ou o látex. Qual estética você quer passar para o muro? Qual idéia você quer passar para o muro? Entender e respeitar o movimento do Graffiti e do Hip Hop, antes de mais nada. Acho que é muito importante. Até o momento que você teve a idéia de passar sua arte para aquele muro, esse movimento já foi construído muito antes de você ter essa vontade e o movimento hip hop é um movimento de resistência, então é importante ter o respeito por essa cultura, acima de tudo e paciência com o seu processo. Não é do dia para noite que você vai ficar bom ou boa no seu trampo. Enxergo muitas pessoas afirmando tentarem passar a arte para o muro: “já tentei fazer graffiti mas não é para mim, não curti”. Para mim também não foi de primeira! Ninguém nasce sabendo as coisas. Tudo demanda prática. O Graffiti não é só passar um desenho para parede, existe uma cultura por trás! A principal dica que dou é “Estude a cultura do hip hop. Vá entender quem criou esse movimento e quem construíram e participaram desse fomento.” O Graffiti não anda sozinho, faz parte de uma cultura! Tem outros elementos, tem história, então… É isso. Envolva-se com pessoas do meio e busque ouvi-las. Não se sinta dono ou dona da razão! Os três pilares são: Paciência – Respeito – Humildade.

Aldiéres Silva: Qual sua fonte de inspiração como Artista?
Amx: Minha fonte de inspiração como artista é a Maria Auxiliadora (Ela não é Graffiteira, ela é artista plástica brasileira) e eu indico muito que as pessoas busquem e pesquisem sobre o trabalho dela. Ela abriu os meus olhos para a arte, como possibilidade. Eu lembro que eu trabalhava em um restaurante como garçonete em uma das travessas da Avenida Paulista, na famosa Rua Augusta (Conhecida por ser uma rua boêmia e cheias de opções gastronômicas, bares e baladas). Em uma terça-feira resolvi ir ao MASP (nesse dia ocorre a gratuidade dos ingressos). Nunca tinha ido lá. Nos demais dias o ingresso costuma valer entre R$ 40 à R$ 50, bem fora de acesso para quem mora na periferia consumir e que recebe um salário mínimo por mês… Então fui nesse dia pois tinha muita curiosidade de conhecer. O MASP para quem nunca teve oportunidade de conhecer possui um acervo fixo muito rico. Possui uma cronologia. Tem esculturas chinesas milenares, tem muitas referências européias. No final do acervo surgem obras mais contemporâneas. Ao chegar no fim do acervo me deparei com o quadro da Maria Auxiliadora. Eu não conhecia essa artista e fiquei muito encantada porque os quadros dela traziam muitas cores e textura. Eram muito vibrantes. O quadro que me encantou retratava um casamento (Ela retrata muitas festas brasileiras). Eu achei muito familiar aquilo. Foi umas das poucas obras que achei familiar em todo aquele acervo, como já mencionei há muita obra de origem e referências européias… Fiquei muito encantada e com isso fui ver sobre a descrição da obra. Vi que ela era uma artista brasileira, mineira que construiu seu sua carreira aqui em São Paulo. Ela foi descoberta na Praça da República (Centro de São Paulo). Ela é de origem muito humilde. Com isso ela me abriu a mente para enxergar outros horizontes. Me estimulou ver a arte como possibilidade, como algo para ter e fazer na minha vida, então a Maria Auxiliadora é uma grande referência para mim por conta da origem dela e pelo fato dela retratar o dia dia dela.

Aldiéres Silva: Aos entusiastas que queiram acompanhar um live painting. Como ocorrem essas divulgações? Há alguma rede social que é possível ver datas dos eventos?

Amx: Bom… Qualquer coisa que eu participo ou faço eu sempre divulgo em meu instagram que é @amx.amanda

Amanda juntamente a outros grafiteiros da região promovem na comunidade do astro intervenções artísticas que trazem cores a quebrada. Ela possui um engajamento considerável ao qual ocorrem arrecadações em períodos distintos que promovem a arte e o empreendedorismo em uma região que muitas vezes é encarada com preconceitos e marginalização oriundas da mídia convencional. Ela por sinal no carnaval deste ano foi uma das responsáveis por costumizar o vestido da musa da escola de samba VAI Vai, que teve como samba enredo os 50 anos do HIP HOP.

A história de Amanda é algo inspirador que nos remetem a acreditar nos nossos sonhos. Mesmo ela sendo residente em São Paulo certamente pode inspirar jovens itapetininganos com sua história e trajetória.

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A “cultura do cancelamento” e o perigo do “endeusamento” https://itape360.com.br/a-cultura-do-cancelamento-e-o-perigo-do-endeusamento/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-cultura-do-cancelamento-e-o-perigo-do-endeusamento https://itape360.com.br/a-cultura-do-cancelamento-e-o-perigo-do-endeusamento/#respond Wed, 18 Sep 2024 16:09:42 +0000 https://itape360.com.br/?p=1586 Por: Gabriel Montenegro, professor e psicólogo Num tempo não tão distante, cancelar qualquer tipo de serviço pelo telefone era uma jornada quase sem fim, as empresas responsáveis pelo telemarketing torravam a paciência de seus clientes com horas de musiquinhas intermináveis,...

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Por: Gabriel Montenegro, professor e psicólogo

Num tempo não tão distante, cancelar qualquer tipo de serviço pelo telefone era uma jornada quase sem fim, as empresas responsáveis pelo telemarketing torravam a paciência de seus clientes com horas de musiquinhas intermináveis, transferências para outros setores, sempre enrolando para finalizar o cancelamento.

Hoje em dia esse processo continua muito burocrático, mas um tanto quanto melhor organizado. Ainda falando sobre cancelamento com o surgimento de muitos bancos digitais e processos de compra facilitados (cartões, aproximação em maquininhas, pix e etc…), os golpes de compras e de dados bancários infelizmente tornaram-se comuns, e para cancelar uma compra indevida de cartão de crédito ou até um estorno no débito, são mais burocracias que lidamos no dia a dia.

Cancelar, é uma ação que requer desgaste, requer insatisfação, requer arrependimento. E o que a psicologia nos diria sobre a cultura do cancelamento? Com certeza você já soube de alguém (geralmente famoso) que foi cancelado na internet, depois de tomar uma atitude, expressar uma opinião e não ser aceito com sua postura. Pois bem, antes de pensar na cultura do cancelamento, temos que refletir na cultura do “endeusamento”, existe em nossa sociedade um conceito de tornar pessoas em semi-deuses, senão deuses que nunca falham, que são seres perfeitos, ou de maneira mais simples, modelos a serem seguidos. Conseguimos compreender, o conceito de “seguidor” em redes sociais.

Tornar alguém como modelo não é de todo mal, e não cabe a mim digitar aqui o que é certo ou o que é errado. Porém, ao compreender que nossa vida precisa de um exemplo a ser seguido ou até mesmo um ideal de vida a ser desejado, esquecemos que assim como consideramos estilo de vidas perfeitos e pessoas modelos para nossas modestas vidas, essas pessoas são tão humanas quanto nós e naturalmente não são deuses, semi-deusas ou perfeitas. “Ah, mas então pode fazer o que quiser e não haverá nenhuma punição, por simplesmente serem humanos?” veja que o conceito desse texto não é esse.

É compreender que assim como não somos os seres a viver a vida perfeita, espelhamos nesses famosos, “influencers”, a nossa compreensão de perfeição, ao viver a vida do que seguimos e não a nossa, não nos damos conta de quanto oferecemos mais energia em aumentar o sucesso dos que seguimos, do que esforço em nós mesmo, e então quando esses são aquilo que de fato são, as vezes criminosos, as vezes fúteis ou até mesmo apenas com opinião diferentes das nossas, apelamos e queremos cancelar esse produto. E o custo é alto, uma vez que essa energia está toda concentrada em usar daquela vida para viver a ilusão da nossa.

Cancelamentos na internet continuarão, pessoas comuns serão endeusadas por seu talento, por sua capacidade de criação e por oferecer a liberdade individual para o coletivo, mas e eu e você pessoas tão comuns? Vamos começar a pensar o quanto ganhamos, seguindo nossa realidade, investindo em nós, percebendo quem está perto, querendo a vida que se tem, a vida que se vive? “Há um caminho, que por meio da imitação, leva a identificação à empatia, ou a compreensão do mecanismo pelo qual se torna possível, para nós tomar posição ante uma outra vida psíquica”. Sigmund Freud.

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“O X do problema” https://itape360.com.br/o-x-do-problema/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-x-do-problema https://itape360.com.br/o-x-do-problema/#respond Fri, 06 Sep 2024 15:36:51 +0000 https://itape360.com.br/?p=1397 O título acima remete ao belo samba do genial compositor (um dos melhores os de todos os tempos) o carioca Noel Rosa que faleceu em 1937 com apenas 27 anos, mas nos deixou mais de 290 canções e muitas são...

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O título acima remete ao belo samba do genial compositor (um dos melhores os de todos os tempos) o carioca Noel Rosa que faleceu em 1937 com apenas 27 anos, mas nos deixou mais de 290 canções e muitas são obras primas como: “Com Que Roupa” “Feitiço da Vila”, “Palpite Infeliz”

A canção “O X do problema” de Noel me veio em mente justamente neste momento em que o assunto mais comentado é a derrubada acertadamente do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) da rede social X do trilhardário, narcisista e lunatico Elon Musk.

Vou explicar por que eu disse acima “acertadamente”:

A decisão foi tomada depois de o STF ter intimado o empresário Elon Musk, dono do X, a nomear um novo representante legal da empresa no Brasil, sob pena de suspensão da rede social.

A intimação foi feita por meio de uma postagem no perfil oficial da Corte na própria plataforma. O prazo concedido para o cumprimento da ordem foi de 24 horas. A empresa não cumpriu a ordem no período. Ou seja, lei é lei.

Eu acompanho as redes sociais desde o surgimento delas como o saudoso “ORKUT” lá pelos idos de 2006, que se comparado com que existe hoje era uma maravilha, um conto de fadas.

O Orkut acabou, foi substituído pelo Facebook e Instagram, ambos com seus prós e contras, se vai do céu ao inferno numa passada de perfil.

O Twitter começou bem, depois virou reduto da extrema direita, entrei nele para acompanhar alguns posts e criticar extremistas e golpistas

Quanto foi comprado por Elon Musk pela “bagatela” de 44 bilhões de dólares (mais de 200 bilhões de reais). Mas para o homem mais rico do mundo, foi um mimo, um brinquedinho que Elon resolveu se presentear.

Só que um brinquedo extremamente nocivo, tóxico e um perigo. De “antro” de extremistas de direita, foi muito mais além, se tornou reduto de neofascistas, neonazistas, homofóbicos, misóginos, publicações de pornografia inclusive a infantil e outras atrocidades e barbáries.

Não se sabe se o X retornará, espero que não, eu pelo menos não acessarei, porque já estamos rodeados de pessoas, tecnologias e ambientes tóxicos em nossos dias porque acrescentar mais um, é muito masoquismo.

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Cultura DJ – Levando entretenimento aos amantes da vida noturna https://itape360.com.br/cultura-dj-levando-entretenimento-aos-amantes-da-vida-noturna/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cultura-dj-levando-entretenimento-aos-amantes-da-vida-noturna https://itape360.com.br/cultura-dj-levando-entretenimento-aos-amantes-da-vida-noturna/#respond Thu, 05 Sep 2024 15:38:45 +0000 https://itape360.com.br/?p=1372 Por: Aldiéres Silva  Muitos se perdem altas horas com as batidas ecoadas de clubs, raves ou festivais… Ali para entreter e emocionar o público há o (a) DJ selecionando as melhores opções e exibindo suas técnicas para alçar a euforia...

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Por: Aldiéres Silva 

Muitos se perdem altas horas com as batidas ecoadas de clubs, raves ou festivais… Ali para entreter e emocionar o público há o (a) DJ selecionando as melhores opções e exibindo suas técnicas para alçar a euforia que muitos buscam quando saem a noite para se divertir… Muitos em busca de opções como a música eletrônica, Hip Hop, Reggae, Rock, Brasilidades (Em ascensão nos últimos anos) e demais gêneros e vertentes. Como surgiu esse universo?

Há duas frentes por trás. Na black music com a contribuição e pionerismo do jamaicano Koll Herc e o seu reggae envolvente do país caribenho. Ele é considerado um dos percursores da cultura hip hop, legado levado adiando com o americano Grandmaster Flash e artistas do Turntublism, como seu compatriota Cash Money (Vencedor nos anos 80 do campeonato mundial DMC WORLD). O hip hop não resume-se apenas em música, mas dança (estilos Locking, popping, breaking e krumping), Gratife e o MC (Mestre de Cerimônias) compõe esse universo. O próprio RAP está inserido na cultura hip hop, junto ao todo universo black que engloba Jazz, Blues, Soul, R&B, Funk (Original) e Disco. Certamente o legado deixado por esses profissionais são observados nos dias atuais em todo mundo, sendo que no mês de novembro, mundialmente é comemorado o dia do hip hop em 12 de Novembro.

Também em 12 de Novembro é o aniversário do DJ RS Jay. DJ e Produtor de Eventos que teve nessa cultura a sua base para poder emocionar fãs em suas festas. Ele possui o projeto Let’s Dance em São Paulo, na Vila Madalena que ocorre trimestralmente. Lá é possível acompanhar hits Flash Back com forte influência da música negra e transportar-se no tempo com a sonoridade que o mesmo obteve. Bati um papo com ele sobre o assunto. Ele costuma vir à Itapetininga, por sinal amou a cidade e pensa seriamente em mudar-se para aqui.

Aldiéres Silva: O que te levou a seguir a carreira de DJ?

RS JAY: Tudo começou no ano de 1989, quando ganhei um pequeno rádio à pilhas, nesta época todas estações do FM tocavam os grandes sucessos daquele momento, no qual posso citar Simply Red, George Michael, Ricky Astley, Michael Jackson, Whitney Houston, Mc Hammer, George Benson e muitos outros mais…

Através do FM minha paixão por música foi imediata. Quando eu ia na casa das pessoas, sempre pegava os discos de vinil e ficava lendo toda ficha técnica e nome dos artistas.

Aos 16 anos comecei fazer festinhas no bairro, onde eu juntava toda vizinhança e ligava um aparelho de som na rua tocando os sucessos dos anos 70,80,90.

Todo meu interesse surgiu em uma antiga festa que acontecia no antigo Clube Hotel Cambridge, embora os DJs de lá eram limitados e fracos tecnicamente.

Cheguei ser funcionário dessa mesma festa por um curto período, notando um preconceito musical do gestor deste projeto, tomei à decisão de fazer o meu próprio projeto, mesmo sem experiência e muito menos um DJ Profissional.

Comecei tocando na noite apenas com um notebook e o software “Virtual DJ” onde eu era apenas um seletor musical, tendo que aturar preconceitos e hostilidade de alguns da velha guarda. Faz parte desse game (risos).

Então chegou um período da minha vida, onde passei me sentir limitado em apenas apertar PLAY/PAUSE nos meus sets.

Então comecei fazer uma longa pesquisa sobre a verdadeira cultura do Real DJ que comanda um par de TOCA DISCOS.

Dentro dessa pesquisa, achei um vídeo muito interessante de um dos pioneiros da Cultura Hip Hop no Brasil que foi o DJ Hum, neste vídeo ele participava do programa da Fátima Bernardes, ensinando algumas técnicas de mixagens usando dois discos.

Após ter assistido muitas e muitas vezes fui procurar suas redes sociais e acompanhar sua agenda de shows, então haveria uma data em um Baile Black na Vila Madalena. Juntei alguns colegas e fomos até este evento. Chegando lá foi uma identificação imediata, vários DJs estavam tocando ali eu tomei um choque de realidade em que eu estava longe de ser um Real DJ. Quando pude assistir tudo aquilo AO VIVO e ouvir aquelas mixagens todas feitas nos Toca Discos foi algo que me encantou. Com isso fui buscar fazer um curso profissional na Casa do Hip Hop em Diadema.
Desde então, comprei os meus equipamentos e treino todos os dias uma diversidade de técnicas que dão um brilho a mais nos meus sets.

Aldiéres Silva: Como você enxerga o atual cena? Qual dica você tem a passar a quem pretende seguir na área?

RS JAY: A cena atual posso citar nomes muito importantes como o atual campeão do DMC o DJ RAYLAN, que agora em outubro vai disputar o Campeonato MUNDIAL na França.

Por outro lado, vejo muitos DJs novos mais preocupados com aparência e equipamentos ao invés de fortalecer uma pesquisa musical onde possa entregar o melhor entretenimento para o público.

Para quem quer começar a prosperar nesse ramo, saiba que as dificuldades são das maiores que vai encontrar, acaso não esteja incluso neste movimento ou tenha algum padrinho artístico nesse ramo (que não foi o meu caso).

O DJs inicialmente antes de tudo, é ser um bom ouvinte musical, pesquisador e assistir os verdadeiros profissionais, usando como fonte de laboratório para seu crescimento.

Hoje com tamanha concorrência, o DJ tem como obrigação ser um bom empreendedor e
dominar as redes sociais para construir o seu público, aquele mesmo que vai pagar o ingresso do seu evento e te fazer crescer.

Também uma última dica importante, se apresentar como artista e não com militâncias, no qual pode deixar o seu público no singular e perder seus seguidores por conta de o opiniões contrárias.

AS: Quais seus estilos prediletos e referências na música e na noite em geral?

RJ: Meus estilos musicais prediletos está entre o Funk Disco dos anos 80 e o Hip Hop Old School, trazendo como referências DJ JAZZY JEFF, WHODINI, N.W.A, MC HAMMER, DR.DRE, PUBLIC ENEMY e dentre outros…

A primeira frente foi resumida e também explanada por RS JAY nesse breve bate papo. A outra é mais voltada a musica eletrônica. Os pioneiros dessas produções foram os alemães do Kraftwerk que influenciaram muitos estilos europeus entre as décadas de 1980 e 1990, desde o Rock à gêneros como House, Techno e Trance. E talvez também o Drum And Bass. Há subgêneros como o Synthpop que possui muita referência aos alemães de Dusseldorf e é nítido observar os sitetizadores acentuados nos sons de grupos como Depeche Mode e New Order.
Nos anos 1990 essa cultura foi mais evidente no mundo clubber e raves. Techno e House agitando as pistas nos clubs e o trance e Drum And Bass nas raves mundo a fora. A música eletrônica há muitas vertentes e misturas… Os pioneiros por isso vieram lá de trás, contribuindo para um legado maravilhoso.

Por fim encerro meu artigo parabenizando os Real Djs que levam a sério a profissão, que buscam sempre evoluir e tratam com profissionalismo suas festas e participações. O básico bem feito é um excelente início para um dia haver um certo reconhecimento. O que as vezes acaba “prostituindo” a cena são amadores que pouco se importam em estudar mergulharem em arrogância ou visam apenas o lucro e não a arte. O reflexo disso são eventos flopados e pouco criativos. Não é fácil! Em várias partes do mundo os eventos vem sofrendo impactos econômicos e culturais… Os que trabalham com amor e comprometimento sobresaem-se desses desafios… Até a próxima pessoal.

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A importância do voluntariado na vida das pessoas https://itape360.com.br/a-importancia-do-voluntariado-na-vida-das-pessoas/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-importancia-do-voluntariado-na-vida-das-pessoas https://itape360.com.br/a-importancia-do-voluntariado-na-vida-das-pessoas/#respond Thu, 29 Aug 2024 21:30:52 +0000 https://itape360.com.br/?p=1277 Por: Aldiéres Silva  Estimado leitores. Gostaria de compartilhar com vocês a experiência de ajudar desconhecidos. Auxilia-los sempre doando um tempo para uma troca pedagógica, ou seja, ensinar e aprender simultaneamente de forma sistemática sobre as nuances da vida e seus...

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Por: Aldiéres Silva 

Estimado leitores. Gostaria de compartilhar com vocês a experiência de ajudar desconhecidos. Auxilia-los sempre doando um tempo para uma troca pedagógica, ou seja, ensinar e aprender simultaneamente de forma sistemática sobre as nuances da vida e seus propósitos.

Resido em Itapetininga desde Outubro de 2015. Sou nascido e criado em São Paulo – SP. Por lá a vida é sempre corrida e com isso nossos olhos e mentes facilmente são despidas de um idealismo social, afinal o cotidiano local nos escancara desigualdades como também meios alternativos que buscam a prosperidade.

Com essas lacunas é importante um auxílio. Mas muitos estão dispostos em ceder seu tempo para auxiliar um desconhecido sem ter algum retorno financeiro? Certamente não! porém há os que trocam um ritmo alucinado em busca de riquezas por um trabalho mais humanizado em prol de pessoas. Não sejamos hipócritas, remunerações são importantes porém não de forma avassaladora como dita o próprio mercado em si.

Em 2005 participei de uma ONG que recebe doações a nível nacional e internacional. Lá pude aprender idiomas e ver muitas realidades serem mudadas. Voluntários europeus, asiáticos, africanos e oriundos da América do Norte deixaram seus respectivos legados dando aulas, ensinando suas culturas e desenvolvendo atividades voltadas ao cultivo de alimentos. Sem dúvidas os ensinamos muitas coisas boas também. Houve uma rica reciprocidade nesse processo multi cultural.

O voluntariado requer carinho, tempo, doação… Em 2001 também na mesma região (Extremo Sul da cidade de São Paulo) foram através de voluntários que tive interesse nas comunicações, artes e práticas esportivas. Sou muito grato a todos que estiveram em minha vida nesses períodos. Sejam eles brasileiros ou estrangeiros.

Com minha vinda para Itapetininga, aos pouco vim conhecendo a cidade e seus desafios e vocações. Foi durante a crise sanitária global que me despertou para um chamado nobre… O chamado para ajudar voluntariamente projetos e instituições. Dar publicidade a essas ações é um caminho ambíguo. Auto promoção torna-se uma publicidade reversa com danos significativos nas intenções de ajuda. Sempre precisamos ter em mente a possibilidade de fazer alguém feliz sem marketing porém com verdade.

Na cidade há muitas instituições que aguardam voluntários. Esse processo é inspirador. Seja religioso, social ou educacional, ser um voluntário nos trás riquezas e vivências que nenhum dinheiro pode comprar ou nos tirar. Já pensou em ser lembrado por alguém por ter feito parte da sua vida somando com algo?

Fica aqui meu registro. Vamos todos refletir sobre como podemos ajudar alguém, seja através do voluntariado ou outros métodos e/ou meios que estejam interligados. A paz mundial é possível quando nos conectamos dentro de si e determinamos vitórias, não se esquecendo que em toda causa há um efeito. A simultaneidade entre causa e efeito é magnífica.

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