cultura → Itapê360° https://itape360.com.br Itapê360: A Notícia Completa de Itapetininga e Região Fique por dentro de tudo o que acontece em Itapetininga e região com notícias atualizadas, análises e coberturas completas. O Itapê360 traz informações sobre política, economia, cultura, esportes e muito mais, com o compromisso de oferecer uma visão ampla e acessível para todos. Wed, 11 Sep 2024 16:16:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://itape360.com.br/wp-content/uploads/2024/08/cropped-Inserir-um-titulo-410-x-164-px-Logotipo-32x32.png cultura → Itapê360° https://itape360.com.br 32 32 Policial Civil de Itapetininga cria HQs e mistura realidade com ficção https://itape360.com.br/policial-civil-de-itapetininga-cria-hqs-e-mistura-realidade-com-ficcao/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=policial-civil-de-itapetininga-cria-hqs-e-mistura-realidade-com-ficcao https://itape360.com.br/policial-civil-de-itapetininga-cria-hqs-e-mistura-realidade-com-ficcao/#respond Wed, 11 Sep 2024 16:16:37 +0000 https://itape360.com.br/?p=1470 O itapetiningano José Augusto Albuquerque Barros, de 43 anos, investigador da Polícia Civil,  é um homem multifacetado que une suas paixões em um trabalho singular: a criação de histórias em quadrinhos. Com 9 anos de experiência na criação de roteiros...

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O itapetiningano José Augusto Albuquerque Barros, de 43 anos, investigador da Polícia Civil,  é um homem multifacetado que une suas paixões em um trabalho singular: a criação de histórias em quadrinhos. Com 9 anos de experiência na criação de roteiros para grandes editoras nacionais e internacionais, Barros se destaca por sua habilidade em explorar os gêneros de terror e fantasia, enquanto equilibra sua carreira policial com sua vida como escritor e roteirista.

“Desde criança, sempre fui apaixonado por criar histórias e personagens. Com uma vasta coleção de videogames e quadrinhos, era apenas uma questão de tempo até que eu começasse a criar minhas próprias histórias”, conta Barros. O projeto que começou há nove anos evoluiu de simples xerox distribuídos para amigos e vizinhos para roteiros de quadrinhos publicados nacional e internacionalmente pela HB Comix e Kimera Comix. Seu portfólio inclui uma gama de gêneros, desde terror e ficção científica até fantasia e mangá.

Augusto enfrenta o desafio de conciliar sua rotina como policial com a criação de HQs. “O tempo é o meu maior inimigo”, admite. Com escalas variáveis e complexas como policial, ele conta com uma equipe dedicada para produzir suas histórias em quadrinhos. “Cada HQ é um trabalho colaborativo que vai desde a concepção dos personagens até a arte final e a logística de impressão”, explica. Sua dualidade de identidades – o investigador e o escritor – permite que ele administre suas múltiplas paixões.

A inspiração para suas histórias vem de diversas fontes, incluindo suas experiências profissionais e pessoais. “Situações inusitadas no trabalho, minha vida familiar, e até mesmo sonhos e filmes influenciam minhas criações”, afirma. Barros cita a homenagem à sua avó com Alzheimer em uma de suas HQs como um exemplo de como ele utiliza suas experiências pessoais para enriquecer suas narrativas.

Os gêneros de terror e fantasia atraem o policial civil por sua capacidade de explorar temas complexos e tabu de forma criativa. Em seu trabalho, ele procura usar o terror para criticar questões sociais e comportamentais, como em sua próxima HQ, Blind, que aborda temas como charlatanismo e corrupção. A fantasia, por sua vez, permite-lhe explorar a imaginação e criar universos onde o impossível se torna possível.

Um dos maiores desafios para Barros foi dar o primeiro passo e se fazer notar no cenário das HQs. Seu livro Obscurum – As Faces do Sol recebeu reconhecimento significativo, incluindo prêmios estaduais e nacionais. A recepção do público tem sido positiva, e ele está ansioso pelo lançamento de novos projetos, incluindo uma HQ bilíngue prevista para novembro de 2024.

Os planos futuros do policial civil incluem a conclusão da trilogia Obscurum, a publicação da HQ Casa de Repouso Magistral e o desenvolvimento de novos projetos como Nucleon. Ele também pretende lançar um CD com suas composições e explorar a produção musical. “A arte é algo inerente às pessoas, e meu objetivo é continuar criando e compartilhando minhas histórias”, conclui.

Barros vê o mercado de HQs no Brasil como desafiador, especialmente no interior, mas acredita que há oportunidades. “O mercado digital tem crescido, e grandes produções cinematográficas inspiradas em HQs ajudam a trazer novos leitores para esse universo”, afirma. Apesar das dificuldades, ele e seu grupo de Itapetininga estão determinados a expandir sua influência, um quadrinho por vez.

Para aqueles interessados em explorar mais sobre suas criações, as HQs de terror e fantasia de José Augusto estão disponíveis no site da Editora Kimera, e novos lançamentos estão a caminho, prometendo mais histórias emocionantes e inovadoras.

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Coluna “História de Itapê”: Da poesia às rimas do rap https://itape360.com.br/coluna-historia-de-itape-da-poesia-as-rimas-do-rap/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=coluna-historia-de-itape-da-poesia-as-rimas-do-rap https://itape360.com.br/coluna-historia-de-itape-da-poesia-as-rimas-do-rap/#respond Wed, 11 Sep 2024 15:36:41 +0000 https://itape360.com.br/?p=1467 Na coluna desta semana de Histórias de Itapê, você vai conhecer Áquila Gerard de Almeida Santos, mais conhecido como Akuira. Com 22 anos e atuando como motorista de aplicativo, Akuira começou sua trajetória artística ainda na infância.  Eu comecei na...

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Na coluna desta semana de Histórias de Itapê, você vai conhecer Áquila Gerard de Almeida Santos, mais conhecido como Akuira. Com 22 anos e atuando como motorista de aplicativo, Akuira começou sua trajetória artística ainda na infância. 

Eu comecei na poesia quando estava no ensino fundamental.
Sempre gostei de escrever uma coisa ou outra, e então, quando tinha 10 anos, minha professora fez um concurso de poesia na escola, e ela gostou tanto do meu que quis pendurar nos corredores. Aquilo me deixou muito feliz, senti que era bom naquilo e queria fazer cada vez mais.

Continuei escrevendo até meus 14 anos, depois mudei a forma de fazer minhas poesias.
Agora ao invés de somente escrever, eu tentava encaixar elas com batidas de rap e assim fui entendendo melhor o porquê de rap significar Ritmo e Poesia.

Já nessa época também eu acompanha batalha de rima pela Internet, então tentava juntar tudo de uma vez, sempre descobrindo e melhorando aos poucos.

Com 16 anos comecei a fazer teatro.
Eu sempre frequentei teatro, então começar a fazer essa arte pra mim foi uma loucura, pois não sabia que podia ser tão libertador. Me ajudou em muitos quesitos como timidez, presença de palco, raciocínio.
Tentei conciliar tudo isso de música, teatro e poesia, mas acabei me sobrecarregando, então foquei mais em teatro e música.

Ao todo apresentei 7 peças de teatro entre 2018/2019 e também nessa mesma época eu já formava meu primeiro grupo musical, feito por colegas na escola, um coletivo que buscava fazer rap e movimentar a cena da cidade.
Também havia começado a franquear a batalha daqui da cidade somente como público, não chegava pra rimar.

Em 2020 terminei os estudos e meu grupo de escola também acabou.
Mas logo em seguida fundei junto ao KUMIHO89, um produtor daqui da cidade, o grupo chamado VENETIA COHORT, que é o coletivo que me mantenho até hoje, porém naquela época foi uma fase complicada pois a pandemia veio logo em seguida e tudo parou
A gente fazia música pelo celular em casa pra tentar manter o grupo ativo, mas os resultados nunca eram satisfatórios, então logo no primeiro ano de grupo eu estagnei. Parei com música, poesia e teatro tudo de uma vez.

Em 2021 as coisas melhoraram e eu soube aproveitar melhor o meu tempo, foquei e lancei 3 músicas e uma participação no álbum do KUMIHO89.
Em 2022 continuei trabalhando em projetos solos, lançando mais 2 músicas.
Nesse ano também voltei a marcar presença nas batalhas, dessa vez como MC e apresentador e na última batalha do ano, conquistei meu primeiro título da batalha.

Em 2023 continuei batalhando e me tornando assim um dos maiores campeões da batalha, representando ela em outras cidades como Itapeva, Sorocaba, Capão Bonito, São Miguel Arcanjo e Angatuba.
Lancei também um EP chamado É Sobre Tudo o Que Eu Vejo com 5 músicas e me apresentei em alguns palcos dentro e fora da cidade.

Dando continuidade nos planos de 2023, 2024 começou de maneira incrível, tive a oportunidade de me apresentar na primeira edição do Festival Bumbo Atômico, um festival que, através do dinheiro recebido com a Lei de Incentivo Paulo Gustavo, planejava encaminhar e dar voz aos artistas de Itapetininga e região.
Foi muito importante pra mim, o melhor palco que já pisei, logo em seguida, gravei meu primeiro clipe em colaboração com a Nefertih Clothing, que é uma marca de Itapetininga também de moda Streetwear, marcando o lançamento de Aplaude Agora, minha primeira música de 2024
Voltei a fazer poesias e apresentei algumas na Batalha do Senna, outras posto vez ou outra nas redes sociais.
Retornei também as aulas de teatro com meu professor Paulo Carriel, que me deu forças pra voltar e agora estamos planejando 2 peças pra estreiar até no máximo em Junho do ano que vem.
Lancei também mais duas músicas esse ano e continuo frequentando as batalhas de Itapetininga e região, sempre honrando e representando a Batalha do Senna, e espalhando um pouco da minha arte e do que sei sobre a cultura do 015 por aí pra que a gente daqui tenha mais visibilidade e mais oportunidades.
A arte de Itapê é rica em todas as áreas, então merecemos demais o reconhecimento.

E isso é um pouco sobre meu lado artista, um pouco sobre o Akuira, é sobre tudo o que eu vejo.

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Museu do Ipiranga oferece programação especial e gratuita no dia 7 de setembro https://itape360.com.br/museu-do-ipiranga-oferece-programacao-especial-e-gratuita-no-dia-7-de-setembro/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=museu-do-ipiranga-oferece-programacao-especial-e-gratuita-no-dia-7-de-setembro https://itape360.com.br/museu-do-ipiranga-oferece-programacao-especial-e-gratuita-no-dia-7-de-setembro/#respond Fri, 06 Sep 2024 15:00:45 +0000 https://itape360.com.br/?p=1390 Além de ser o Dia da Independência, 7 de setembro também é aniversário do Museu do Ipiranga e o tradicional evento Museu em Festa comemora a data com uma programação variada para públicos de todas as idades. No sábado, das...

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Além de ser o Dia da Independência, 7 de setembro também é aniversário do Museu do Ipiranga e o tradicional evento Museu em Festa comemora a data com uma programação variada para públicos de todas as idades. No sábado, das 9h às 18h, no Jardim Francês, acontecem diversas atividades, com músicas, passeios, intervenções e oficinas, tudo com entrada gratuita.

Há também visitas guiadas às exposições de longa duração Uma História do Brasil, Para Entender o Museu e Passados Imaginados, e também à pintura Independência ou Morte!, de Pedro Américo, incluindo horários em Libras (9h30, 11h30, 13h30 e 15h30). A visitação é das 9h às 18h, mediante ingressos distribuídos na bilheteria a partir das 9h, com direito a quiz com o público da fila. Veja a programação completa neste link.

A programação traz desde saraus e batalhas de rima com MCs, apresentações musicais com o Quinteto de Metais do Instituto Baccarelli e Coralusp, contação de histórias e oficinas com apoio do Sesc Ipiranga; roteiros guiados ao Parque da Independência, em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo, e até uma intervenção Saí Bem na Foto?, oferecimento da Shell, em que os visitantes serão fotografados em um estúdio fotográfico do século 19.

Algumas das atividades terão recursos de acessibilidade, com recursos de audiodescrição e intérprete de Libras. Além disso, é só trazer uma garrafinha que a Sabesp vai oferecer gratuitamente água potável ao público durante todo o evento.

Evento Museu em Festa • 2024
Dia 7 de setembro, das 9h às 18h
Visitação gratuita ao Museu do Ipiranga
Das 9h às 18h, com ingressos distribuídos a partir das 9h, sujeitos a disponibilidade

Atividade com recursos de acessibilidade para a comunidade surda e empréstimo de audioguias, com recursos de audiodescrição e videolibras (vídeo com legendas e intérprete de Libras).
Visita às exposições de longa duração Uma História do Brasil, Para Entender o Museu e Passados Imaginados
Independência ou Morte!
9h30 às 17h – Salão Nobre do Museu do Ipiranga

Visitas mediadas em Libras às 9h30, 11h30, 13h30 e 15h30
Mediação no Salão Nobre a respeito da pintura Independência ou Morte!, de Pedro Américo.
Coralusp
9h30 às 10h30 – na escadaria da esplanada

Atividade com audiodescrição ao vivo e intérprete de Libras, com oferecimento da Shell
Criado em 1967, pelo Maestro Benito Juarez e José Luiz Visconti, engloba 12 grupos e três oficinas sob a direção de sete regentes com mais de 650 coralistas. O grupo vai apresentar um repertório com clássicos da música popular brasileira, como Aquarela, João e Maria, Mas que Nada, Maluco Beleza e País Tropical.
Batalha de Rima
11h30 às 12h30 – intervenção

MCs se desafiam em uma competição de rimas improvisadas ritmada com batidas do Rap.
Com Brasirima, em parceria com a Shell
Sarau
14h às 15h – intervenção
Uma celebração da arte em vários formatos: música, poesia e artes visuais. Focado na realidade da periferia, o sarau utiliza o rap e a MPB para expressar a luta pelo direito a uma vida digna, apresentando obras próprias e inspirações de artistas periféricos. Com o Coletivo Perafatividade, em parceria com a Shell

Quinteto de Metais
17h às 18h – música
O Quinteto de Metais do Instituto Baccarelli apresenta ao público uma seleção de peças que vão do clássico ao contemporâneo.
Com o Instituto Baccarelli, em parceria com a Shell

Poemas do Guarda-Chuva
10h30 às 11h | 11h30 às 12h | 12h30 às 13h – intervenção no Jardim
Dois artistas interagem com o público com um baú cheio de surpresas e um guarda-chuva que escorre poemas.
Com a Cia. Suno, em parceria com o Sesc Ipiranga

Caminhada para Reconhecer a Vegetação
11h às 12h | 15h às 16h – vivência no jardim
Por meio de observações botânicas, os participantes terão informações como o nome, características, curiosidades e cultivo das plantas presentes no jardim do Museu do Ipiranga.
Com Assucena Tupiasu, em parceria com o Sesc Ipiranga

Jardim Francês: terraço Nazaré
Jogos e vivências educativas
Das 10h às 17h – vivência
Atividade com recursos de acessibilidade para a comunidade surda
Jogos e materiais de mediação, relacionados às temáticas do acervo do Museu do Ipiranga.
Com a equipe de Educação do Museu do Ipiranga

Saí Bem na Foto?
10h às 17h – intervenção
Os visitantes poderão vivenciar a experiência de ser fotografado em um estúdio fotográfico do século 19.
A atividade é um oferecimento da Shell

Sapatos Trocados
10h30 às 11h – contação de histórias
Atividade sobre a importância de se adaptar e ser feliz com o que somos e com o que a vida nos traz.
Com Cia Makunaicontos, em parceria com o Sesc Ipiranga

A Boca da Noite
11h às 11h30 – contação de histórias
Atividade que conta um pouco da história, da infância, da família e da cultura do povo wapichana.
Com Cia Makunaicontos, em parceria com o Sesc Ipiranga

Impressões Botânicas em Gelatina
11h às 11h45 | 14h30 às 15h15 – oficina
Atividade com impressões gráficas de folhas de árvores do bairro Ipiranga.
Com educadores de Tecnologias e Artes, em parceria com o Sesc Ipiranga

Pequenos Cadernos Botânicos
11h45 às 12h30 | 15h15 às 16h – oficina
Os participantes criarão um pequeno livro-sanfona com estampas botânicas e composições elaboradas com carimbos oferecidos durante a oficina.
Com educadores de Tecnologias e Artes, em parceria com o Sesc Ipiranga

O Macaco e a Lua
12h às 12h45 – contação de histórias
A palhaça Sarita Jurupoca e o palhaço João Pimentão utilizam recursos de reprises clássicas circenses, acrobacias, música e ludicidade para reviverem essa história, que conta de forma mítica como surgiram os tambores na África.
Com Ateliê Moitará, em parceria com o Sesc Ipiranga

Ateliê Serigráfico: Árvores Paulistas
12h às 15h – oficina
A atividade convida o público a explorar a técnica da serigrafia e imprimir sua própria gravura, a sugestão é usar imagens de árvores e folhas que pertencem ao bioma do Estado de São Paulo.
Com Quiosco Cultural, em parceria com o Sesc Ipiranga

Jogos Cadernos e Carimbos
12h30 às 13h15 | 16h às 16h45 – oficina
Os participantes são iniciados em técnicas de encadernação e convidados a ativar os cadernos em dinâmicas que envolvem desenhos e carimbos.
Com educadores de Tecnologias e Artes, em parceria com o Sesc Ipiranga

No Pé do Baobá
13h às 16h – contação de histórias
As abayomis brincantes: Ayo, Luedji, Fayola, Dandara e Ayana guardam segredos e mitos! Com um baú, repleto de obras escritas por autoras e autores afro-brasileiros, essas bonecas retornam ao Brasil após uma jornada pelo continente africano.
Com Cia Abayomis Brincante, em parceria com o Sesc Ipiranga

Vivência em Malabares
13h às 17h – vivência
O público é incentivado a experimentar o malabarismo e outras técnicas circenses.
Com Irmãos Becker, em parceria com o Sesc Ipiranga

Corpo em Movimento – Somos feitos de Samba
16h às 17h – aula aberta
Vivências de samba ensinarão passos básicos, manobras e sequências para iniciantes e praticantes, usando o método MP, que é gradual e acessível a todos os níveis de habilidade.
Com Marcus Prado e equipe, em parceria com o Sesc Ipiranga

Vai de Roteiro
10h às 17h – passeios mediados
Roteiros de visitação mediada ao Parque da Independência em parceria com a Secretaria Municipal de Turismo.

Jardim Francês: terraço Xavier
Autômatos para brincar
10h às 13h – oficina
Experiência lúdica de criação de brinquedos e reinvenção de objetos do cotidiano com palitos de sorvete, papel e tinta.
Com Bruno Perê, em parceria com o Sesc Ipiranga

Brincadeiras e Dinâmicas Rítmicas
10h às 13h – vivência
Brincadeiras infantis inspiradas nos cacuriás. O público é convidado a tocar e dançar enquanto o grupo embala o ritmo com cantos e instrumentos musicais.
Com Macamba N´Goma, em parceria com o Sesc Ipiranga

Estamparia Artesanal com Adinkras
10h às 11h30 | 11h30 às 13h – oficina
Um diálogo sobre os significados e origens dos símbolos conhecidos como Adinkras, com experimentação da técnica de block printing em suportes têxteis.
Com Coletivo Iê Cultural, em parceria com o Sesc Ipiranga

Cartografias Afetivas
14h às 17h – oficina
Criação de desenhos a partir da observação de diferentes elementos no espaço (pessoas, plantas, animais, construções), em diálogo com memórias pessoais e coletivas.
Com Carla Caffé, em parceria com o Sesc Ipiranga

Fanzinando Ideias: Produção Criativa em Fanzine
14h30 às 17h – oficina
Oficina de fanzine, orientada a partir de reflexões sobre a história e o potencial dessa linguagem para expressão, ativismo, crítica e mobilização social e política pelos sujeitos.
Com Roger BeatJesus, em parceria com o Sesc Ipiranga

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Fim de semana tem programação no Museu da Língua Portuguesa https://itape360.com.br/fim-de-semana-tem-programacao-no-museu-da-lingua-portuguesa-e-no-teatro-sergio-cardoso/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=fim-de-semana-tem-programacao-no-museu-da-lingua-portuguesa-e-no-teatro-sergio-cardoso https://itape360.com.br/fim-de-semana-tem-programacao-no-museu-da-lingua-portuguesa-e-no-teatro-sergio-cardoso/#respond Fri, 06 Sep 2024 14:41:37 +0000 https://itape360.com.br/?p=1386 No sábado, 7 de setembro, o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, exibe a exposição “Línguas africanas que fazem o Brasil”, das 9h até às 16h30. Na parte da noite, o Museu exibirá diversos vídeos artísticos projetados na fachada...

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No sábado, 7 de setembro, o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, exibe a exposição “Línguas africanas que fazem o Brasil”, das 9h até às 16h30. Na parte da noite, o Museu exibirá diversos vídeos artísticos projetados na fachada da Estação da Luz. O sábado também será de música, com shows de Aryani Marciano, às 16h, e do Pagode na Lata, às 18h.

Em Santos, o Edifício da Bolsa Oficial de Café completa 102 anos. Para comemorar, o agora Museu do Café receberá ocupações artísticas de instituições de dança. A programação começa no sábado, dia 7 de setembro, das 16h às 17h. Os ingressos são gratuitos. O link para inscrição está disponível no site da Agenda Viva SP.

Já no domingo, no centro da cidade de Brodowski, o Museu Casa de Portinari terá criação de arte ao vivo. A artista plástica Liderale vai mostrar como se dá o processo artístico e outros artistas apresentarão suas obras. O “Domingo com arte” em Brodowski ocorre dia 8 de setembro, das 10h às 11h.

De volta à capital paulista, o Teatro Sérgio Cardoso, na Bela Vista, terá um teatro infantil gratuito. Ao todo, serão duas companhias de teatro se apresentando. Os ingressos gratuitos devem ser retirados até uma hora antes das apresentações, às 11h e às 15h. Os espetáculos também serão apresentados no dia 10 de setembro.

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Cultura DJ – Levando entretenimento aos amantes da vida noturna https://itape360.com.br/cultura-dj-levando-entretenimento-aos-amantes-da-vida-noturna/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cultura-dj-levando-entretenimento-aos-amantes-da-vida-noturna https://itape360.com.br/cultura-dj-levando-entretenimento-aos-amantes-da-vida-noturna/#respond Thu, 05 Sep 2024 15:38:45 +0000 https://itape360.com.br/?p=1372 Por: Aldiéres Silva  Muitos se perdem altas horas com as batidas ecoadas de clubs, raves ou festivais… Ali para entreter e emocionar o público há o (a) DJ selecionando as melhores opções e exibindo suas técnicas para alçar a euforia...

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Por: Aldiéres Silva 

Muitos se perdem altas horas com as batidas ecoadas de clubs, raves ou festivais… Ali para entreter e emocionar o público há o (a) DJ selecionando as melhores opções e exibindo suas técnicas para alçar a euforia que muitos buscam quando saem a noite para se divertir… Muitos em busca de opções como a música eletrônica, Hip Hop, Reggae, Rock, Brasilidades (Em ascensão nos últimos anos) e demais gêneros e vertentes. Como surgiu esse universo?

Há duas frentes por trás. Na black music com a contribuição e pionerismo do jamaicano Koll Herc e o seu reggae envolvente do país caribenho. Ele é considerado um dos percursores da cultura hip hop, legado levado adiando com o americano Grandmaster Flash e artistas do Turntublism, como seu compatriota Cash Money (Vencedor nos anos 80 do campeonato mundial DMC WORLD). O hip hop não resume-se apenas em música, mas dança (estilos Locking, popping, breaking e krumping), Gratife e o MC (Mestre de Cerimônias) compõe esse universo. O próprio RAP está inserido na cultura hip hop, junto ao todo universo black que engloba Jazz, Blues, Soul, R&B, Funk (Original) e Disco. Certamente o legado deixado por esses profissionais são observados nos dias atuais em todo mundo, sendo que no mês de novembro, mundialmente é comemorado o dia do hip hop em 12 de Novembro.

Também em 12 de Novembro é o aniversário do DJ RS Jay. DJ e Produtor de Eventos que teve nessa cultura a sua base para poder emocionar fãs em suas festas. Ele possui o projeto Let’s Dance em São Paulo, na Vila Madalena que ocorre trimestralmente. Lá é possível acompanhar hits Flash Back com forte influência da música negra e transportar-se no tempo com a sonoridade que o mesmo obteve. Bati um papo com ele sobre o assunto. Ele costuma vir à Itapetininga, por sinal amou a cidade e pensa seriamente em mudar-se para aqui.

Aldiéres Silva: O que te levou a seguir a carreira de DJ?

RS JAY: Tudo começou no ano de 1989, quando ganhei um pequeno rádio à pilhas, nesta época todas estações do FM tocavam os grandes sucessos daquele momento, no qual posso citar Simply Red, George Michael, Ricky Astley, Michael Jackson, Whitney Houston, Mc Hammer, George Benson e muitos outros mais…

Através do FM minha paixão por música foi imediata. Quando eu ia na casa das pessoas, sempre pegava os discos de vinil e ficava lendo toda ficha técnica e nome dos artistas.

Aos 16 anos comecei fazer festinhas no bairro, onde eu juntava toda vizinhança e ligava um aparelho de som na rua tocando os sucessos dos anos 70,80,90.

Todo meu interesse surgiu em uma antiga festa que acontecia no antigo Clube Hotel Cambridge, embora os DJs de lá eram limitados e fracos tecnicamente.

Cheguei ser funcionário dessa mesma festa por um curto período, notando um preconceito musical do gestor deste projeto, tomei à decisão de fazer o meu próprio projeto, mesmo sem experiência e muito menos um DJ Profissional.

Comecei tocando na noite apenas com um notebook e o software “Virtual DJ” onde eu era apenas um seletor musical, tendo que aturar preconceitos e hostilidade de alguns da velha guarda. Faz parte desse game (risos).

Então chegou um período da minha vida, onde passei me sentir limitado em apenas apertar PLAY/PAUSE nos meus sets.

Então comecei fazer uma longa pesquisa sobre a verdadeira cultura do Real DJ que comanda um par de TOCA DISCOS.

Dentro dessa pesquisa, achei um vídeo muito interessante de um dos pioneiros da Cultura Hip Hop no Brasil que foi o DJ Hum, neste vídeo ele participava do programa da Fátima Bernardes, ensinando algumas técnicas de mixagens usando dois discos.

Após ter assistido muitas e muitas vezes fui procurar suas redes sociais e acompanhar sua agenda de shows, então haveria uma data em um Baile Black na Vila Madalena. Juntei alguns colegas e fomos até este evento. Chegando lá foi uma identificação imediata, vários DJs estavam tocando ali eu tomei um choque de realidade em que eu estava longe de ser um Real DJ. Quando pude assistir tudo aquilo AO VIVO e ouvir aquelas mixagens todas feitas nos Toca Discos foi algo que me encantou. Com isso fui buscar fazer um curso profissional na Casa do Hip Hop em Diadema.
Desde então, comprei os meus equipamentos e treino todos os dias uma diversidade de técnicas que dão um brilho a mais nos meus sets.

Aldiéres Silva: Como você enxerga o atual cena? Qual dica você tem a passar a quem pretende seguir na área?

RS JAY: A cena atual posso citar nomes muito importantes como o atual campeão do DMC o DJ RAYLAN, que agora em outubro vai disputar o Campeonato MUNDIAL na França.

Por outro lado, vejo muitos DJs novos mais preocupados com aparência e equipamentos ao invés de fortalecer uma pesquisa musical onde possa entregar o melhor entretenimento para o público.

Para quem quer começar a prosperar nesse ramo, saiba que as dificuldades são das maiores que vai encontrar, acaso não esteja incluso neste movimento ou tenha algum padrinho artístico nesse ramo (que não foi o meu caso).

O DJs inicialmente antes de tudo, é ser um bom ouvinte musical, pesquisador e assistir os verdadeiros profissionais, usando como fonte de laboratório para seu crescimento.

Hoje com tamanha concorrência, o DJ tem como obrigação ser um bom empreendedor e
dominar as redes sociais para construir o seu público, aquele mesmo que vai pagar o ingresso do seu evento e te fazer crescer.

Também uma última dica importante, se apresentar como artista e não com militâncias, no qual pode deixar o seu público no singular e perder seus seguidores por conta de o opiniões contrárias.

AS: Quais seus estilos prediletos e referências na música e na noite em geral?

RJ: Meus estilos musicais prediletos está entre o Funk Disco dos anos 80 e o Hip Hop Old School, trazendo como referências DJ JAZZY JEFF, WHODINI, N.W.A, MC HAMMER, DR.DRE, PUBLIC ENEMY e dentre outros…

A primeira frente foi resumida e também explanada por RS JAY nesse breve bate papo. A outra é mais voltada a musica eletrônica. Os pioneiros dessas produções foram os alemães do Kraftwerk que influenciaram muitos estilos europeus entre as décadas de 1980 e 1990, desde o Rock à gêneros como House, Techno e Trance. E talvez também o Drum And Bass. Há subgêneros como o Synthpop que possui muita referência aos alemães de Dusseldorf e é nítido observar os sitetizadores acentuados nos sons de grupos como Depeche Mode e New Order.
Nos anos 1990 essa cultura foi mais evidente no mundo clubber e raves. Techno e House agitando as pistas nos clubs e o trance e Drum And Bass nas raves mundo a fora. A música eletrônica há muitas vertentes e misturas… Os pioneiros por isso vieram lá de trás, contribuindo para um legado maravilhoso.

Por fim encerro meu artigo parabenizando os Real Djs que levam a sério a profissão, que buscam sempre evoluir e tratam com profissionalismo suas festas e participações. O básico bem feito é um excelente início para um dia haver um certo reconhecimento. O que as vezes acaba “prostituindo” a cena são amadores que pouco se importam em estudar mergulharem em arrogância ou visam apenas o lucro e não a arte. O reflexo disso são eventos flopados e pouco criativos. Não é fácil! Em várias partes do mundo os eventos vem sofrendo impactos econômicos e culturais… Os que trabalham com amor e comprometimento sobresaem-se desses desafios… Até a próxima pessoal.

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Jovem de Itapetininga brilha na “Batalha Regional de Rima” https://itape360.com.br/jovem-de-itapetininga-brilha-na-batalha-regional-de-rima/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=jovem-de-itapetininga-brilha-na-batalha-regional-de-rima https://itape360.com.br/jovem-de-itapetininga-brilha-na-batalha-regional-de-rima/#respond Tue, 27 Aug 2024 16:00:10 +0000 https://itape360.com.br/?p=1225 O estudante Gabriel Barbosa de Lima Camargo de 15 anos, tem se destacado no cenário do rap em Itapetininga. Recentemente, ele chegou à semifinal da Batalha Regional de Rimas, que aconteceu em Itapetininga no dia 11 de agosto no Clube...

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O estudante Gabriel Barbosa de Lima Camargo de 15 anos, tem se destacado no cenário do rap em Itapetininga. Recentemente, ele chegou à semifinal da Batalha Regional de Rimas, que aconteceu em Itapetininga no dia 11 de agosto no Clube Recreativo Itapetiningano (CRI). O estudante enfrentou adversários mais experientes sendo o único menor de idade.

Camargo compartilhou sua trajetória até agora. Ele reconhece que, apesar da evolução percebe em si mesmo, mas ainda acredita estar longe de atingir seu potencial máximo. “Eu vejo sim uma evolução muito grande em mim, mas ao mesmo tempo, vejo que estou longe do meu potencial. Mas percebo minha melhora tanto na construção de rimas quanto psicologicamente também,” afirmou.

O estudante também revelou como lida com o nervosismo nos momentos importantes. “Eu supero o nervosismo quando já estou em cima do palco, pois ali já vi que eu preciso ir bem,” explicou. A experiência de ser o único menor de idade na competição foi desafiadora, mas extremamente gratificante para ele. “Foi uma experiência boa, pelo fato de eu ser o único menor da competição regional. Tirei um peso grande que havia em mim, de maus pensamentos de que eu não era capaz e tinha um nível menor que os demais dentro da competição.”

Para Camargo, o rap e a rima improvisada são talentos que ele continua aperfeiçoando com dedicação. “Eu treino muito, e treinei muito para melhorar, porém acho que o rap, a rima improvisada, já é algo que veio naturalmente, e atualmente eu apenas aperfeiçoo,” disse.

A batalha não foi fácil, comenta o estudante. “Foi uma missão difícil e que eu próprio não colocava fé em mim, porém foi um aprendizado extremamente importante”. Ele destacou a importância de controlar as influências externas e manter o foco em seu crescimento. “Eu consigo controlar isso, pois consigo diferenciar as pessoas que querem que eu avance em minha carreira e as pessoas que querem me derrubar.”

O estudante acredita que o treino constante é fundamental para seu desenvolvimento. “Acredito que me preparo cada vez mais todo dia. A cada momento que faço ou escuto rap, trato como treino, e ir rimar todos os fins de semana ajuda demais no desempenho,” comentou.

Por fim, Camargo destaca a importância da educação em sua jornada no rap. “Vejo algo extremamente importante, pois a cada momento na escola, eu quero ganhar novos conhecimentos para poder ter mais argumentos na batalha. Com isso, acho que ajudou demais no meu desempenho escolar,” concluiu.

 

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Espetáculo “As Invisíveis” será apresentado no Sesi Itapetininga https://itape360.com.br/espetaculo-as-invisiveis-sera-apresentado-no-sesi-itapetininga/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=espetaculo-as-invisiveis-sera-apresentado-no-sesi-itapetininga https://itape360.com.br/espetaculo-as-invisiveis-sera-apresentado-no-sesi-itapetininga/#respond Mon, 26 Aug 2024 16:11:56 +0000 https://itape360.com.br/?p=1223 Um espetáculo que traz à cena um dos mais importantes temas da atualidade: a violência doméstica. O Teatro do SESI Itapetininga (SP) recebe o espetáculo “As Invisíveis”. As apresentações serão realizadas nesta sexta-feira (30/08/2024) às 20h e no sábado (31/08/2024),...

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Um espetáculo que traz à cena um dos mais importantes temas da atualidade: a violência doméstica. O Teatro do SESI Itapetininga (SP) recebe o espetáculo “As Invisíveis”. As apresentações serão realizadas nesta sexta-feira (30/08/2024) às 20h e no sábado (31/08/2024), também às 20h.

Cinco mulheres de diferentes idades, etnias e históricos de vida, incorporarão o sentimento de todas que já sofreram, talvez ainda sofram, algum tipo de violência.

Em uma viagem física e emocional, elas compreenderão as vulnerabilidades de um corpo que passa por diferentes abusos diários, trazendo à luz sensações e histórias comuns de tantas mulheres invisíveis à sociedade.

Ao mesmo tempo que aborda as brutalidades muitas vezes naturalizadas aos olhos, o espetáculo busca unificar as energias femininas e masculinas, ressignificando as relações humanas e empoderando todos na conscientização e mudança dessa realidade.

Uma peça da Ceconello Mov Companhia de Dança, com duração de 60 minutos e classificação indicativa para acima de 18 anos. Direção artística e coreografia de Christine Ceconello.

 

Sobre a Ceconello Mov Companhia de Dança:

A Ceconello Mov Companhia de Dança nasceu em 2020, durante o período de isolamento, devido à pandemia Covid-19. Sentindo a necessidade de se manter ativa e criativa, a coreografa Christine Ceconello reuniu virtualmente um grupo de artistas com o intuito de investigar diferentes maneiras de desenvolver arte e produzir dança. Desse encontro, foi criado o espetáculo virtual “One on One”, o qual abordou o isolamento, explorando as nuances de pessoas em lugares diferentes que iam da seriedade à loucura, em uma tentativa de conexão, de unir seus espaços isolados. O grupo foi formado por bailarinos encontrados de diferentes estados e contou com a participação de brasileiros integrantes de companhias de dança no exterior. Foram realizadas cinco apresentações virtuais, transmitidas pelo YouTube e de alcance mundial, além de ter sido aprovado e apresentado no edital “Dançacine”, realizado pelo Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. A companhia já teve outros trabalhos aprovados em editais como “O Vazio que nos Une”, no edital Prêmio RespirArte, realização Funarte/ RJ e “Que lugar é esse que você ocupa?”, no edital Funarj Ondas da Cultura 2022. Sua estreia presencial ocorreu em 2022 no palco do Teatro João Caetano (RJ), com o espetáculo “De Repente, sonho”, realizado com apoio do Prêmio Funarj de Dança 2021. Trazem aos palcos questionamentos, poesias e leveza ao público.

 

 

SERVIÇO DA EXPOSIÇÃO:

Data: 30 de agosto – sexta-feira, 20h | 31 de agosto – sábado, 20h

Local: Teatro Sesi Itapetininga – Av. Padre Antônio Brunetti, 1360, V. Rio Branco

Classificação: 18 anos

Duração: 60 min.

Informações: Ligue (15) 3275-7920 / Envie uma mensagem para (15) 99839-884

Entrada gratuita – Reservas do ingresso liberadas no MEU SESI. O ingresso tem validade até 15 minutos antes da apresentação. Os ingressos remanescentes serão distribuídos 15 minutos antes do início do espetáculo.

 

Jornalista:

Fernanda Leme

Tel.: (15) 99613-6032

E-mail: fernanda.leme@sesisp.org.br

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